Olhos d'alma
Um olhar assim
nem sei como dizer.
Não é um riso - perdido,
flor de lótus ou liz?
Quem há de saber?
Geane Masago (28-02-2013)
......................................................
Só se sabe
quem cabe ...
... na palma da mão
... dessa alma a olhar
olhando com jeito de amar
amando sem querer ser
... sendo amante
no distante tempo
ainda a saber
e só sabe quem cabe
na palma da alma
da mão desse olhar ...
... que sente!
(Kátia de Souza)-(01/03/2013)
Seja bem vindo(a) ao meu Jardim onde minhas Pétalas possuem Asas e no Vento vão dos suaves aos intensos movimentos em Emoção e no Tempo se espalham na Continuidade que É; sem passado, presente ou futuro, apenas "É" como Sempre: Eternas e Infinitas em Si porque representam a essência que Sou. (Kátia de Souza)
01 março 2013
Diálogo com Geane Masago
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Voo de pétalas (livres palavras)
04 janeiro 2013
Revendo e revivendo emoções
(Texto feito em setembro de 2011)
..........................................................
Em espessa pétala de maciez incomparável
rubra do sangue em vida, ativa e vivamente VIVA!
Sou eu a clamar versos em teus braços
enlaçando-me em terno beijo,
e atende ao pedido feito!!!
Refaz o que fora desfeito e meus sentimentos
emoções que foram adiados, desejos latentes
agora saciados,
trazem a cor que a teus olhos encantou,
danço em corpo Nu transparente em Si...
Devora-me em olhar de Amor
transformado neste que tenho aqui...
Voraz de Mim!!!
Sacio-me em Ti
deliciando-me em Teu prazer
denunciado e revelado ...
estes gemidos sufocados ...
Pra Mim... Vida em Nós!!!
Enfim... Refeita a cor!!!!
(Kátia de Souza)
......................................................
Imagem retirada do Google
desconheço o autor
..........................................................
Em espessa pétala de maciez incomparável
rubra do sangue em vida, ativa e vivamente VIVA!
Sou eu a clamar versos em teus braços
enlaçando-me em terno beijo,
e atende ao pedido feito!!!
Refaz o que fora desfeito e meus sentimentos
emoções que foram adiados, desejos latentes
agora saciados,
trazem a cor que a teus olhos encantou,
danço em corpo Nu transparente em Si...
Devora-me em olhar de Amor
transformado neste que tenho aqui...
Voraz de Mim!!!
Sacio-me em Ti
deliciando-me em Teu prazer
denunciado e revelado ...
estes gemidos sufocados ...
Pra Mim... Vida em Nós!!!
Enfim... Refeita a cor!!!!
(Kátia de Souza)
......................................................
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desconheço o autor
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25 dezembro 2012
Hoje em mim
Marcas da vida
teorias tantas
caladas mudas
refeitas
rarefeitas
transformadas
... em si
neste todo
sombra
enegrecida
alma escurecida
na luz
se farta
mergulhada
na lama
enegrecida
... desvendando
... calada
... unicidade
... individuada
ao encontro ...
... de Mim!!!
(Kátia de Souza)
teorias tantas
caladas mudas
refeitas
rarefeitas
transformadas
... em si
neste todo
sombra
enegrecida
alma escurecida
na luz
se farta
mergulhada
na lama
enegrecida
... desvendando
... calada
... unicidade
... individuada
ao encontro ...
... de Mim!!!
(Kátia de Souza)
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Diálodo com Dija DarkDija
Imagem retirada do Google
Realidade ou Fantasia de
Damião Vieira.
.........................
sendo simplista
a realidade
na totalidade
é uma desgraça
(que farsa)
Dija Darkdija
..... ..... .....
hipocrisia que mata
seca, fere em faca
quebrando a taça
derramando o vinho
(que desalinho!)
(Kátia de Souza)
..... ..... .....
realidade sentida
ali contida
esperando vazão
abre-se comportas
fala a emoção
equilíbrio virá
em comunhão
ambas:
... razão
... emoção
teorias sem nexo
... viva!!!
ser complexo
falando
calando
gritando
vazando
sem buscar
porquês
... (explica)ação!!!!
(Kátia de Souza)
..... ..... .....
Se um verso se junta
a um outro
não estraga
ex-traga
já foi trazido
e veio ao que
deve ser dito
(Dija DarkDija)
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"Haikatiando"
barulho dos fogos -
correria nos telhados
gato, escondido
(Kátia de Souza)
correria nos telhados
gato, escondido
(Kátia de Souza)
a inveja mata -
Sphynx caiu do telhado
ao passar Angorá
(Kátia de Souza)
..... ..... ..... ..... .....
Sphynx: é a raça de gatos sem pelos e de pele enrugada. Na verdade, o corpo desses gatos é coberto por uma pelagem quase invisível.
Haicai (Sidney Poeta e Kátia de Souza)
Haicais
é noite de Natal -
algazarra pela casa
o peru sumiu
(Kátia de Souza)
assados na mesa -
chester então era peru?!
à mesa risadas
(Kátia de Souza)
algazarra pela casa
o peru sumiu
(Kátia de Souza)
louva-se à mesa
é Natal em alegria -
o menino nasceu
(Kátia de Souza)
chester então era peru?!
à mesa risadas
(Kátia de Souza)
24 dezembro 2012
"Condição não vista"
Enquanto és ferida aberta
arma-se a defesa do trajeto
fugidio instante sem palavra
soprando trancafiada
arredia-se em mãos erguidas
escudo diante da lida
fecha-se o aberto e santo
crendo invisível o pranto
deixando aos cegos da trilha
creem na condição falida
quando vida se fez em cor
rejuvenescendo o gesto que afaga
deixando o sublime em flor
caído em canto morno
escondido nos papéis em branco
falando do que é aceito
calando real sentido
imperfeito e sem pudor
da culpa que não há
corroendo o afeto em brisa
assumindo-te ela inteira
vestindo-se da ferida
orgulho no outro cisco
trave em si ...
... jamais vista.
Acolho-te incompreendido
amor amado aqui
tomo-lhe nos braços temor
assumo desejo teu
concedo-lhe sorriso meu
retorno abraçada a mim
certa do trilho e fim
instante nosso eterno
vida que ensina sem dó
renascer tão claro e certo!
(Kátia de Souza)
arma-se a defesa do trajeto
fugidio instante sem palavra
soprando trancafiada
arredia-se em mãos erguidas
escudo diante da lida
fecha-se o aberto e santo
crendo invisível o pranto
deixando aos cegos da trilha
creem na condição falida
quando vida se fez em cor
rejuvenescendo o gesto que afaga
deixando o sublime em flor
caído em canto morno
escondido nos papéis em branco
falando do que é aceito
calando real sentido
imperfeito e sem pudor
da culpa que não há
corroendo o afeto em brisa
assumindo-te ela inteira
vestindo-se da ferida
orgulho no outro cisco
trave em si ...
... jamais vista.
Acolho-te incompreendido
amor amado aqui
tomo-lhe nos braços temor
assumo desejo teu
concedo-lhe sorriso meu
retorno abraçada a mim
certa do trilho e fim
instante nosso eterno
vida que ensina sem dó
renascer tão claro e certo!
(Kátia de Souza)
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"Erros que revelam"
Nem sempre as raízes
profundas acertam
ramificadas neste solo meu
deixando apenas a mostra
erros, enganos tantos
brotos de um sentir
torcidos estes galhos
calam deixando o real no fundo
Aparente mundo ...
Veja! Sou também folha ...
... escolha!
qual parte de mim viver
Que importa se seringueira
aventureira das letras
sou mesmo mais que mente
sou toda neste ventre
sou você ... que lê
sente, tente ... Sou ...
... no sempre Inteira!
Errando e acertando ...
... aceita?
Esta vida que se manifesta ...
... por mim e à ti ...
... Imperfeita!
(Kátia de Souza)
profundas acertam
ramificadas neste solo meu
deixando apenas a mostra
erros, enganos tantos
brotos de um sentir
torcidos estes galhos
calam deixando o real no fundo
Aparente mundo ...
Veja! Sou também folha ...
... escolha!
qual parte de mim viver
Que importa se seringueira
aventureira das letras
sou mesmo mais que mente
sou toda neste ventre
sou você ... que lê
sente, tente ... Sou ...
... no sempre Inteira!
Errando e acertando ...
... aceita?
Esta vida que se manifesta ...
... por mim e à ti ...
... Imperfeita!
(Kátia de Souza)
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Mensagem de Natal
Um belíssimo Natal a todos!!!
E que a amizade seja a base de todas
as relações neste ensaio ao Amor pleno!!!
Beijos daqui ... Paz e Luz!!!
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........
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23 dezembro 2012
"Sentir"
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22 dezembro 2012
"Apelo"
A que se fazer um apelo
aos ouvidos atentos dos anjos
a que se dizer o que vem de dentro
passa e passa sem zelo
nesta que é a distância ... se fez
o breu deste silêncio que abarca
faz cair o véu em desespero
Não há n'alguma palavra
que remeta-me a ti Senhor da aurora
o sentido desse pranto
cuida, alenta e traga-me
nos braços a luz dos teu manto
canta tua voz melodiosa
a estes ouvidos atentos
alvorada que és em manhã calorosa
Não permita que eu sucumba
dando adeus ao sorriso meu
cerca-me dos teus braços generosos
seca-me toda palavra profana
transforma-me nesta que já é
íntima serva dos passos teus
Já não há tempo te peço aqui
venha não me deixes
diante dos meus gritos
seca a chaga desse peito aflito
ama-me trazendo-me assim ...
... perto de ti
Que se apague
chama que me queima
arde sem dó e fere
acenda-se a luz do cinza diário
quando de ti saudades tenho
clamando-te auxílio
neste nosso educandário
Que acenda-se a luz dos dias brancos
se faça presente meus passos tantos
em abertos olhos viajantes
voando pelo espaço e a deriva
caminhando solitária
tais andarilhos inconstantes
crendo neste brilho que a nós ...
... é, só e nada mais ... Vida!!!
Que a esperança não anoiteça
dentro do que se tem e amanheça
na obra de mãos que então trabalha
visa o que já é uma batalha
mas com teu olhos escudeiro
é vitória de todo seareiro
Venha a mim ó grande menino
arrebata-me desse abismo
salva-me da luta sem destino
envereda-me na marcha acertada
cuida e cala-me
quando me quiser ecoada!!!
Venha-me e este é um apelo
jogando palavras ao vento
chama inexistente ... tempo
de viver sem nome emudecida
mais uma desnecessária
por mim ali ... no papel ...
... por tantos ...
... uma letra ... Caída!!!!
(Kátia de Souza)
aos ouvidos atentos dos anjos
a que se dizer o que vem de dentro
passa e passa sem zelo
nesta que é a distância ... se fez
o breu deste silêncio que abarca
faz cair o véu em desespero
Não há n'alguma palavra
que remeta-me a ti Senhor da aurora
o sentido desse pranto
cuida, alenta e traga-me
nos braços a luz dos teu manto
canta tua voz melodiosa
a estes ouvidos atentos
alvorada que és em manhã calorosa
Não permita que eu sucumba
dando adeus ao sorriso meu
cerca-me dos teus braços generosos
seca-me toda palavra profana
transforma-me nesta que já é
íntima serva dos passos teus
Já não há tempo te peço aqui
venha não me deixes
diante dos meus gritos
seca a chaga desse peito aflito
ama-me trazendo-me assim ...
... perto de ti
Que se apague
chama que me queima
arde sem dó e fere
acenda-se a luz do cinza diário
quando de ti saudades tenho
clamando-te auxílio
neste nosso educandário
Que acenda-se a luz dos dias brancos
se faça presente meus passos tantos
em abertos olhos viajantes
voando pelo espaço e a deriva
caminhando solitária
tais andarilhos inconstantes
crendo neste brilho que a nós ...
... é, só e nada mais ... Vida!!!
Que a esperança não anoiteça
dentro do que se tem e amanheça
na obra de mãos que então trabalha
visa o que já é uma batalha
mas com teu olhos escudeiro
é vitória de todo seareiro
Venha a mim ó grande menino
arrebata-me desse abismo
salva-me da luta sem destino
envereda-me na marcha acertada
cuida e cala-me
quando me quiser ecoada!!!
Venha-me e este é um apelo
jogando palavras ao vento
chama inexistente ... tempo
de viver sem nome emudecida
mais uma desnecessária
por mim ali ... no papel ...
... por tantos ...
... uma letra ... Caída!!!!
(Kátia de Souza)
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"Minúcias"
Imagem retirada do google
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..... ..... ..... ..... .....
São tantas as minúcias
deste teu toque
quando olhas desejante
São tantas as denúncias
neste silêncio teu
Vasculha-me o corpo
como saído do deslumbre
chamando e pedindo
por um beijo ... meu
Toca-me como um bardo
devorando-me segredos
calando-me a voz
Sussurra sem limites
teu sopro arfante
teu pedido incontido
entre gestos, não palavras
teu gosto permitido
o que antes em si ...
... por mim, calava
Pede-me num abraço
teu peito latejante
vacilando a confissão
deixando tão a mostra
teu desejo, teu querer
provocando, atiçando
tua pele sobre a minha
roça-me e invade-me
intenso, inteiro ...
... me desalinha
Devoro-te sem pudor
caminho por entre vãos
percorro tua boca
saboreio, imploro volteando
você, entregue ...
... e sem perdão
Num desejo, num delírio
nada importa ... silencio
adentra-me e deixa o mundo
ali ... atrás da porta!!!!
(Kátia de Souza)
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21 dezembro 2012
"Laços"
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Diálogo com Adriane Dias Bueno
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19 dezembro 2012
"Íntimo temor"
Cala-te alma minha
silencia o teu pranto
chora e aliena-se
nesta tal hipocrisia
Transparência, cara minha
assusta e apavora
nua, crua aparência
não há mãos que lhe sustenta
há gritos por todo lado
pois, todos se desarvoram
Travessia tão perigosa
não se trilha em brumas só
requer outra corajosa
solitária vai ao nada
reduz-se, vira pó
Espera o eco santo
chamando ao que lhe aguarda
ânsia coberta em manto
sabes o que aparta
Temor do desejo contido
sucumbir ao que é presente
em nós ao ego abismo
mascarando o que se cala
falando o que não se sente
evitando o fim de todos
retardando o que É em nós
o Sublime ou ainda ausente
Caminha então com todos ...
... calando a tua ... Voz!!!
(Kátia de Souza e um amigo)
05/12/12 - 01:07h
silencia o teu pranto
chora e aliena-se
nesta tal hipocrisia
Transparência, cara minha
assusta e apavora
nua, crua aparência
não há mãos que lhe sustenta
há gritos por todo lado
pois, todos se desarvoram
Travessia tão perigosa
não se trilha em brumas só
requer outra corajosa
solitária vai ao nada
reduz-se, vira pó
Espera o eco santo
chamando ao que lhe aguarda
ânsia coberta em manto
sabes o que aparta
Temor do desejo contido
sucumbir ao que é presente
em nós ao ego abismo
mascarando o que se cala
falando o que não se sente
evitando o fim de todos
retardando o que É em nós
o Sublime ou ainda ausente
Caminha então com todos ...
... calando a tua ... Voz!!!
(Kátia de Souza e um amigo)
05/12/12 - 01:07h
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"Gotas do meu sentir"
Chuva, chuva
a pingar,
gota a gota
meus versos letras
caindo devagar
com força soprada
no vento
tempestade de ideias
diluem-se na enxurrada
das ruas do meu mar
coração sentimento
sem razão de ser
deixa-se fluir
na imensidão do meu
pensar ...
você ali
a olhar pra mim
luz refletida na poça
que se põe a sorrir
do meu olhar assim
poético em si!!!!
(Kátia de Souza)
a pingar,
gota a gota
meus versos letras
caindo devagar
com força soprada
no vento
tempestade de ideias
diluem-se na enxurrada
das ruas do meu mar
coração sentimento
sem razão de ser
deixa-se fluir
na imensidão do meu
pensar ...
você ali
a olhar pra mim
luz refletida na poça
que se põe a sorrir
do meu olhar assim
poético em si!!!!
(Kátia de Souza)
Imagem retirada do Google
de Maicon Rodrigues Haubman
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