Reviva sempre,
cale os cânticos dos anjos
e misturados a estes anjos
te reencontro e te afago
nas doces canções divinais
em auroras boreais
a te enlaçar nos braços da saudade, da amizade
e da paz...
Resgataremos sempre um e outro
nas dificuldades do percalço e renovados,
tal qual uma Fênix
ressurgiremos pétala a pétala ...
... nas asas do tempo!
(Wilson Ferrari e amigos)
Seja bem vindo(a) ao meu Jardim onde minhas Pétalas possuem Asas e no Vento vão dos suaves aos intensos movimentos em Emoção e no Tempo se espalham na Continuidade que É; sem passado, presente ou futuro, apenas "É" como Sempre: Eternas e Infinitas em Si porque representam a essência que Sou. (Kátia de Souza)
10 junho 2012
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Quem dera pudesse eu falar
da forja do meu dia
nos teu braços amor
refiz, revi e sonhei doce ...
... minha doce poesia!
Quem dera pudesse te contar
das dores acalmadas
por mãos aveludadas
do trabalho duro, calejadas
ouvi, calei e senti você ...
... m'alma contigo partilhada!
Quem dera pudesse calar
os cânticos dos anjos
ouvidos ao longe dentro
surpreendendo-me lindo momento
chorei, falei e clamei contigo ...
... meu adorável amigo!
Quem dera falar dos passos
silencioso caminho percorrido
dos sorrisos contemplados
no rosto dos amigos
vi, percebi e lembrei de mim ...
... o que já não sou ....
... pois, por ti Revivi!
Quem dera pudesse eu falar
dessa forja talhe de alma
lágrimas que te alcançam
em teu regaço colhidas
como sementes germinas
e eu aqui em ti ... Renascida!
Quem dera poder
mas, não posso dizer
só posso sentir no poema
o que te adorna ...
nossa alma tocada
por este amor que forja!
(Kátia de Souza)
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08 junho 2012
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"Parceiros no tempo"
Corro neste infinito que sou
mergulho nas vagas do si
busco você em luz
dentro e aqui em mim
sou esta que é chama
acesa no nada
iluminando o breu sem estopim
chamando a poesia declamada
interpreto cenas do antes
neste foco jorrado em sombras
desejando a trilha do depois
sussurrando o grito em silêncio
silenciando o berro falado
poema corpo enfeitado
esconde o real brilho que adorna
alma essência que jorra
contornando em "não" este ego
teimosia ainda persistente
vagueia a deriva mente
chamando o sim do presente
olha-me santo anjo em ti
chamo teu olhos a mim
não ensurdeça ao meu apelo
sou eu a chamar dentro
neste outro partilhado
tua alma, aclarada lua ...
... eterna chamando a tua
esta boca que fala
dedos tocando íntimo, externo
escuta-me, estou aqui, te espero
hoje, agora e neste instante
luz que és esteja em Mim ...
... sempre Confiante!
(Em parceria com Kátia de Souza)
mergulho nas vagas do si
busco você em luz
dentro e aqui em mim
sou esta que é chama
acesa no nada
iluminando o breu sem estopim
chamando a poesia declamada
interpreto cenas do antes
neste foco jorrado em sombras
desejando a trilha do depois
sussurrando o grito em silêncio
silenciando o berro falado
poema corpo enfeitado
esconde o real brilho que adorna
alma essência que jorra
contornando em "não" este ego
teimosia ainda persistente
vagueia a deriva mente
chamando o sim do presente
olha-me santo anjo em ti
chamo teu olhos a mim
não ensurdeça ao meu apelo
sou eu a chamar dentro
neste outro partilhado
tua alma, aclarada lua ...
... eterna chamando a tua
esta boca que fala
dedos tocando íntimo, externo
escuta-me, estou aqui, te espero
hoje, agora e neste instante
luz que és esteja em Mim ...
... sempre Confiante!
(Em parceria com Kátia de Souza)
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06 junho 2012
"Anjos e demônios"
Chegar ao centro
de si e ver-se só
unidos a tantos
eu e você, o nós
outros santos
demônios ... sim eles
tanto e tantos
não caber-se em si
fugir seria pecado
saída sem fim
eterna que sou
em mim
vou gritando
sem rumo
buscando este prumo
do não ouvir
fechada aqui
calabouço que amo
porém te peço
clamo rogando
num lamento
eterno deixa-me
cuidando-me assim
só, sozinha falando
conosco, a sós!
(Kátia de Souza)
de si e ver-se só
unidos a tantos
eu e você, o nós
outros santos
demônios ... sim eles
tanto e tantos
não caber-se em si
fugir seria pecado
saída sem fim
eterna que sou
em mim
vou gritando
sem rumo
buscando este prumo
do não ouvir
fechada aqui
calabouço que amo
porém te peço
clamo rogando
num lamento
eterno deixa-me
cuidando-me assim
só, sozinha falando
conosco, a sós!
(Kátia de Souza)
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05 junho 2012
"Entre as vagas do mar"
Recém-nato
descoberto, nu
olhos fechados
cubro-te
manto da noite
enluarada
escura e fria
mar sem fim
aqueço-te o corpo
chamo-lhe de filho
pele enrugada
destas tantas
noite enluaradas
abro-lhe os olhos
amanhecer de ti
sorriso largo
vestes luminosas
preenchido e farto
vais a deriva enfim
perde-se
ondas a te levar
escorre entre os dedos
longe sei está
mergulho neste mar
enlutado
meu rubro manto
sentindo em brumas
olhos aberto
põem-se a fechar
choro por você
menino sem nome
silencio por aquilo ...
... que não sei tocar.
(Kátia de Souza)
descoberto, nu
olhos fechados
cubro-te
manto da noite
enluarada
escura e fria
mar sem fim
aqueço-te o corpo
chamo-lhe de filho
pele enrugada
destas tantas
noite enluaradas
abro-lhe os olhos
amanhecer de ti
sorriso largo
vestes luminosas
preenchido e farto
vais a deriva enfim
perde-se
ondas a te levar
escorre entre os dedos
longe sei está
mergulho neste mar
enlutado
meu rubro manto
sentindo em brumas
olhos aberto
põem-se a fechar
choro por você
menino sem nome
silencio por aquilo ...
... que não sei tocar.
(Kátia de Souza)
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03 junho 2012
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